Uso de celular em sala de aula – Magno

O uso de celular em sala de aula: como o professor deve lidar com esse fato?

Conforme discutido em sala, publico essa reportagem sobre o uso de celular nas escolas e gostaria de propor uma discussão nesse blog sobre as experiências de cada um no estágio.
Na escola Ruy Rodrigues, Campinas, onde faço estágio, a lei é seguida e o uso dentro da sala de aula é proibido. O descumprimento gera suspensão do aluno.

Acrescento 2 considerações sobre o tema, uma de um promotor de justiça e a outra de um professor do RS:

“Muitos alunos insistem em utilizá-lo, mesmo a escola disponibilizando o serviço de comunicação quando do surgimento de uma urgência. Cabe então aos pais orientar os filhos quanto à obediência as normas e regras construídas pela escola, pois estas se justificam pela necessidade da convivência harmoniosa no espaço escolar, contribuindo assim para o alcance de suas finalidades educacionais.” Paulo Silvestre Avelar Silva, Promotor de Justiça da Educação, um dos parágrafos de conclusão do Artigo publicado no site do Colégio Santa Teresa, São Luís/Maranhão – Congregação de Santa Dorotéia do Brasil, Data de Publicação: 1° de outubro de 2007

“A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, em maio de 2008, uma lei que proíbe alunos de usar celulares e aparelhos eletrônicos como MP3 players e videogames em escolas públicas e privadas da Educação Básica. Está liberada a utilização nos intervalos e horários de recreio, fora da sala de aula, cabendo ao professor encaminhar à direção o aluno que descumprir a regra. O projeto de lei que originou a norma diz que o uso do telefone pode desviar a atenção dos alunos, possibilitar fraudes durante as avaliações e provocar conflitos entre professores e alunos e alunos entre si, influenciando o rendimento escolar. Se por um lado, a tecnologia serve de apoio às ações educacionais, por outro o seu uso exacerbado se torna um empecilho. Há diferenças entre a discussão das formas e dos modos de fazer uso de tecnologias em espaços coletivos e sua exclusão. A escola tem o dever de humanizar e educar cidadãos, posicionando-se por vezes no fio da navalha entre exercer a autoridade e ser autoritária. Não é imprescindível criar uma lei para disciplinar o uso desses aparelhos nas escolas, pois as determinações sobre essa questão podem constar do regimento interno e do projeto político-pedagógico.”. Publicado em GESTAO ESCOLAR, Edição 024, FEVEREIRO/MARÇO 2013, por Juca Gil que é professor de Políticas Educacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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